“Naquele tempo, Jesus entrou na barca, e seus discípulos o acompanharam”. Na noite de terça-feira, 30 de junho, agentes da Arquidiocese de São José do Rio Preto igualmente se colocaram em semelhante barca (a “mesma” do Evangelho do dia); essa orientada aos rios Juruá e Boa Fé (que cortam o território da Igreja Irmã de Cruzeiro do Sul, entre os estados do Acre e do Amazonas).
O Centro de Pastoral São José foi espaço para o diálogo da comissão que está sendo constituída para dar sequência à cooperação missionária que aproxima a Região Amazônica e o Noroeste Paulista. Os padres Gerson Cavalin e Wagner Gonçalves, que orientarão os voluntários, propuseram momento de oração e formação acerca do Estudo 117 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) sobre o Projeto Igrejas Irmãs.
Histórico
A então Diocese de São José do Rio Preto, entre os anos 2000 e 2013, esteve presente em Guajará Mirim/RO; testemunhando a disposição à ação missionária. A partir de 2022, considerando carta do bispo de Cruzeiro do Sul, Dom Flávio Giovenale, sdb, a Igreja Local Paulista foi convidada a seguir aos confins do mundo. “Esse Projeto é de uma relevância muito grande por conta da seriedade com que ele foi conduzido”, testemunhou o Pe. Gerson.
Outro importante sinal da abrangência da iniciativa é a adesão do Instituto Missionário Coração Imaculado de Maria, de José Bonifácio. A partir do incentivo do Pe. Sander Marcos de Freitas Vieira, dois presbíteros e religiosas tem atuado na Paróquia São José, no município de Rodrigues Alves/AC. O convênio firmado entre o Instituto e a Diocese de Cruzeiro do Sul prevê a assistência religiosa pelo período de 3 anos.
Novos passos
Resgatando as iniciativas do Projeto Igrejas Irmãs (recordando a atuação dos padres Edvaldo Calazans, Francisco Rodrigues e Pedro da Silva), o coordenador arquidiocesano de pastoral, Pe. Luiz Caputo, destacou a renovação do convênio missionário com foco em experiências “ad gentes”, assessorias diversas e intercâmbio entre padres (para substituição de presbíteros em férias, por exemplo). “Essa equipe é muito importante porque o Projeto cresceu. É necessária a sensibilização de todos na Arquidiocese”, completou o Pe. Caputo; igualmente recordando a presença do Pe. Jeová Bezerra na Diocese de Irmã.
O Pe. Wagner resgatou diálogo realizado em Aparecida, no trânsito da Assembleia da CNBB, em que Dom Flávio e o arcebispo metropolitano de São José do Rio Preto, Dom Antonio Emidio Vilar, sdb, também acertaram a colaboração em prol da confecção de subsídios nas áreas de Catequese e outras. “Essa é uma ação necessária”, reforçou o Diácono Pedro Bueno (que realizou sua síntese vocacional na Paróquia São Francisco de Assis, em Guajará/AM). A secretária de pastoral, Irmã Rosângela Fontoura, testemunhou a disponibilidade em colaborar.
Ao final do encontro, os voluntários receberam cópias das Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil e do Plano Arquidiocesano de Pastoral. “Nada melhor que colocar esse Projeto nas mãos de Nossa Senhora, missionária do Pai, e de São Francisco de Assis nesse Ano Jubilar Franciscano”, concluiu o Pe. Gerson antes da bênção do Diácono Pedro Bueno. Nova reunião acontecerá quando da chegada de indicativos que serão oferecidos por Dom Flávio Giovenale, sdb.
Cobertura
André Botelho
Pascom / Assessoria de Imprensa
Arquidiocese de São José do Rio Preto
